14 dezembro, 2010

só pode ser

Se o navio resolver chegar, que seja o cais. Que seja o espaço entre o céu e o mar sem que seja a âncora que faz ficar. Que seja na vida o vento fraco, a brisa leve, o tom da jasmim. Que seja a mão que possa soltar. Que seja o avesso do reverso o zero do relógio que te faz contar. Que seja, sem mais nem menos... sem quantos nem quandos.